Um conjunto de cores vivas, em formas abstratas e psicodélicas, além da alegria da artista (Janis Joplin) ao centro, deixam esta obra, agradável e radiante.
A possibilidade de Observação a fundo, causara no expectador uma viagem inigualável, sobre cada detalhe da obra, as molduras sobrepostas, as cores, as formas, a posição que a obra estiver exibida, etc.
No centro, a moldura psicodélica, é invadida na lateral pelas telas, e acima e abaixo, deixa espaços vasados, mostrando o fundo da parede, permitindo que o contraste fique a disposição do local de exposição da obra, a Artista na tela central, pintada realisticamente, completa a harmonia, remetendo o espectador, a divagação, sobre a interpretação da obra.
O União de três molduras, alinhadas harmonicamente, permite que esta obra seja posta na horizontal ou diagonal.
No centro, a moldura psicodélica, é invadida na lateral pelas telas, e acima e abaixo, deixa espaços vasados, mostrando o fundo da parede, permitindo que o contraste fique a disposição do local de exposição da obra, a Artista na tela central, pintada realisticamente, completa a harmonia, remetendo o espectador, a uma viajem de cores e harmonia sem igual.
Como assinatura desta harmoniosa obra:
A parte traseira, surpreendente, trás no centro, um casal desigual, estas figuras procuram levar o espectador a refletir sobre a posição, homem e mulher, a mulher em seu vestido florido, chapéu e corpo esguio, esculpida em madeira, estática, o homem, também feito em madeira, sem adornos, e articulado, procura levar o observador a divagações diferentes, cada um com seu ponto de vista.
As telas abstratas em Ambos os lados, podem representar a uniformidade de pensamentos, ou a abstração do pensamento sobre as figuras centrais.
Todas as partes componentes desta obra, foram feitas por mim, todos os componentes de madeira, foram feitos com material de reaproveitamento, mostrando como é possível produzir Obra de Arte, desta forma.







































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